

Não estou longe,
Somente estou do outro lado do caminho.
Já verás, tudo está bem.
Redescobrirás o meu coração,
e nele redescobrirás a ternura mais pura.
Seca tuas lágrimas e se me amas,
não chores mais.
Santo Agostinho (Século IV)”
Nota de vida!
Missa de 7o dia: Igreja Paroquial Rio Maior, Sexta-Feira 5 de Setembro 19h ou Igreja Campo Grande, Domingo 7 de Setembro 19:00
Desde ontem que o céu está mais bonito que nunca.
Imaginamos a grande festa que vai por lá! A razão é a chegada de um homem bom, que Deus esperava de braços abertos e abraçou demoradamente. Chegou de uma estrada cheia de luz, que percorreu mais de oitenta anos.
Começou a percorrê-la aqui mesmo ao lado, na Quinta da Lapa.
Desde que se lembra, cedo mostrou a sua profunda amizade e admiração pelo Menino Jesus, ao qual escrevia cartas a prometer que se portaria melhor – bem sabia que se aproximava o tempo do Natal. Mesmo assim, já nessa altura pensava nos outros e pedia também presentes para a sua irmã Lelé, que ainda não sabia escrever. Ao longo da vida veio a consolidar uma profunda Fé.
Ribatejano de gema, desde o Colégio Militar que sempre pegou a vida de caras.
De olhos vivos e sempre cheio de energia, o campo, em especial a sua Vila Chã, foi sempre o seu lugar de eleição. Cultivá-lo e fazê-lo produzir bons frutos depressa se tornariam a uma grande profissão.
No caminho da Ereira encontrou a sua Celestinha, o grande pilar da sua vida, com quem rezou todas as noites, uma oração que ambos escreveram, pedindo que fossem o que Deus sonhou para eles.
Já em São José, rapidamente a família cresceu.
Casa cheia, sempre também com amigos – tudo eram bons motivos para celebrar a vida!
Sempre a correr, porque o que pode fazer-se agora não se deixa para depois!
Desdobrou-se ao serviço de todas as causas justas com as quais se cruzou na vida: o ensino na sua tão querida Escola Agrária de Santarém, a Cooperativa Agrícola de Rio Maior, a Adega Cooperativa do Cartaxo, a CAP, o rugby, causas públicas várias, entre muitas outras.
A sua verticalidade nos valores em que acreditava, a atenção aos outros e a generosidade serão sempre uma marca indelével do seu percurso.
Marcou várias gerações de alunos, que ainda hoje partilham a importância que teve nas suas vidas, não só professor, mas como homem e amigo.
Nesta estrada da vida, a família e os amigos foram sempre determinantes para a sua felicidade.
Mas esta estrada não foi sempre fácil e nos dois últimos anos, surgiram vários desafios. Mesmo já com 80 anos nunca desistiu de se superar e de surpreender todos com a sua capacidade de recomeçar. Soube aceitar a menor mobilidade, não poder conduzir, o que tanto gostava, saber esperar pelo tempo…
Com toda a serenidade, sempre orante e o mesmo testemunho de força da sua fé.
Deus deu-nos a infinita graça deste Homem profundamente bom ser o nosso pai e o avô dos nossos filhos. Que saibamos sempre honrar o seu maravilhoso legado.
Paizinho, não podíamos ter mais orgulho em sermos seus filhos!
Obrigado, até já.
Texto de reflexao
Quando chegou a tarde, Jesus disse: " Passemos para outra margem". Mc IV 35
Sempre me pareceu que uma das imagens da morte que mais nos interpelam era esta: um barco que se vai e deixa a nossa margem.
Para nós, que estamos nesta margem, vemos os passageiros do barco que nos deixam e isso deixa-nos tristes.
Mas para os que estão na outra margem, que alegria! Porque eles vêem-nos chegar. E para os que partiram, depois da tristeza do adeus aos que amam e que eles amam, de felicidade de descobrir enfim os horizontes infinitos... horizontes infinitamente mais belos que os que deixaram aqui, na nossa margem!
E eis que, pensando na felicidade que os espera, esquecemos um pouco a nossa dor, e nos alegramos por os saber, em breve, mais felizes que aqui.
A nossa margem, para nos que choramos é a terra. A outra margem onde eles vão chegar é o céu.
É isto a morte.
Não há mortos mas vivos nas duas margens.
A.F.
Abbaye Notre-Dame Argentan (Orne)
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Galeria de boas memórias
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Livro de boas memórias!
O Tio Zé era - e continuará a ser - a acendalha da família. A vontade de agir. O estar sempre pronto para partir em missão. Hoje partiu para outra missão, mas deixou um legado daqueles...
Obrigado. Obrigado. Obrigado.
Da sua fã e amiga para sempre,
Laura Lopes."

Um ditado diz que "é preciso uma aldeia para educar uma criança." Foi certamente o meu caso.
Eu gostava muito dos fins-de-semana e semanas em vossa casa com o Luís, das festas no relvado de Rio Maior com muita gente, sol e alegria, da viagem à neve em que me levou, da sua boa-disposição e otimismo. Quando ia a Bruxelas em trabalho, passava em nossa casa em Lisboa e contava uma anedota nova (ainda me lembro daquela do Portugês a receber um fax com os ombros). Muito obrigado por estas e muitas outras experiências e memórias.
Em 2023, convidou-me a almoçar no Bom Sucesso. Eu perguntei-lhe "O que é que na sua vida tem mais orgulho?" Sem hesitar, respondeu: "Esta família que eu criei." E tinha razão.
Vou ter saudades suas, tio.
Adeus

Sabem que sinto como de sempre a amizade com o Vosso Pai. Foi a primeira pessoa que conheci, no primeiro dia em que ambos entrámos em Agronomia. Demo-nos logo muito bem e essa amizade só foi aumentada e cimentada ao longo dos tempos.
Que bom é saber Zé que a amizade que nos uniu se estendeu primeiros às nossas queridas Teresa e Celeste e depois às nossas famílias!
A doença do Zé trouxe-me imensa dor e tristeza e a sua partida um vazio enorme.
O Zé foi como um irmão para mim. Partilhámos muitos momentos felizes, entre brincadeiras e partidas que nos marcaram profundamente. Relembrávamos, não poucas vezes, estas memórias com alegria, e agora guardo todas com saudade.
O Zé era um Bom Homem e plagiando os Filhos, tivemos a sorte e um grande orgulho, em o ter como amigo.
Bem hajas Zé e até sempre
Luís, Teresa e família

“Oeiras, 31 de Agosto de 2025
Querido Zé, Amigo e Padrinho de casamento
Como prometido, estou a escrever-te umas palavras do que me vai na alma, mas prefiro fazê-lo de uma forma mais privada, ainda que tenhas, obviamente, toda a liberdade para mostrares a quem quiseres, quando quiseres e até de o “publicares” onde bem entenderes. Só aviso é que não tenho jeito para isto.
Vim de me despedir do teu pai, e de te dar, e à tua família, um grande beijo e abraço de força, com um misto de emoções……
Se por um lado passei a cerimónia toda a chorar e a pensar na vida, por outro invadiu-me um verdadeiro sentimento de celebração, como várias pessoas hoje o disseram, incluindo tu.
Que emoção ver toda aquela gente……
Que emoção ouvir a tua mãe dizer que descobriu que o teu pai ainda era “melhor” do que ela pensava, com todas as manifestações de amor e carinho que recebeu…….
Que emoção ouvir o discurso da tua irmã Inês…. Fabuloso e tão simples e partilhado com tanta alegria…..
Que emoção ver os teus filhos e sobrinhos a consolarem-se uns aos outros e especialmente à avó…….
E, para terminar em beleza, se é que se pode dizer isto numa situação destas,
Que emoção ouvir o Nosso, e do teu pai, hino da Agrária!!!
Regressei de coração cheio, mas apertado, com lágrimas de tristeza, de alegria e de saudade.
Alguém hoje dizia que o teu pai deixou “marcas” na vida de todas as pessoas com quem se cruzou, e é bem verdade!
Ainda eu não te conhecia bem (se não me falha a memória) e já o Eng. Barroso me ensinava 3 coisas muito importantes na vida, pessoal e profissional:
1. Para “mandares” tens que saber fazer, dando o exemplo e para seres respeitado.
2. Não peças sacrifícios aos outros, se tu também não os fazes. Isto a propósito de uma carrinha Mercedes? nova? que o teu pai queria comprar, tinha dinheiro para, mas como tinha tido um ano difícil na quinta e comentava isso com os seus empregados, achou que não era o momento de o fazer.
3. Veste-te de acordo com a situação em que estás. Claro que os meus pais também me ensinaram isto, e muito antes de vos conhecer, mas quem não se lembra do Eng. Barroso mandar sair da sala de aula algumas flausinas que gostavam de usar decotes e outros tantos rapazolas que achavam que “à vontade” era “à vontadinha” e apareciam de calções de banho e chinelos de praia?? 😂
Enfim, a vida é isto, a lei da natureza também e o tio Zé Barroso vai de “barriga cheia” e coração a transbordar de amor.
E com esta me vou, lembrando-te que comecei por dizer que não tinha jeito para isto, mas também não consigo pedir ajuda ao Chatgpt.
Um beijo GRANDE, GRANDE e CORAGEM da tua amiga, que gosta mesmo muito de ti!! e da família linda que construíste !!
FSilva
P.S. Como sou bota de elástico preferi escrever-te sem ser a computador (e em várias cores 😂😂😂)”
(ver foto)

São professores com este perfil e assertividade que fazem a diferença.
Deixar igualmente à família as minhas sentidas condolências, em especial aos filhos Zé e Ana, que me são mais próximos e que, em definitivo, herdaram a têmpera do pai, um forte abraço!
Cristina Xavier
Apresento os meus sentidos pêsames à esposa, filhos e restante família.
Sempre ouvi falar deste pai e deste avô de uma forma muito especial, e a quantidade de pessoas presentes no Domingo só comprovou que era de facto uma pessoa singular. De referir ainda que conheci o filho Luís que cumprimentou um colega do Pai da ESA (Eng. Montemor) com quem nos encontrávamos e que simpaticamente nos cumprimentou e nos contou com orgulho sobre o polo que o pai lhe deu! Que homenagem tão bonita a de usar este polo neste dia…
Esteja onde estiver, este Pai, avô, sogro, tio, estará seguramente orgulhoso do que deixou.
Um abraço sentido a toda a família, em particular ao “nosso” Zé (neto)!
Para além da vida pública e profissional, guardo do Engº Barroso a amizade, os conselhos e as sugestões que tantas vezes partilhou com generosidade.
Era, acima de tudo, um Homem bom, profundamente preocupado com a nossa terra e com as nossas gentes.
Sabia elogiar quando era justo e criticar quando necessário, mas sempre com espírito construtivo e sugestões valiosas.
Festejou as minhas conquistas políticas e pessoais. Manifestou, sempre, a sua solidariedade nos momentos mais difíceis.
Um democrata com elevado sentido de missão e participação cívica. Foi vereador na Câmara Municipal de Rio Maior entre 1980 e 1982, tendo integrado o executivo da Câmara, antes de Abril/74, de janeiro de 1972 a junho de 1974.
Fundador da Cooperativa Agrícola de Rio Maior e um incansável defensor da agricultura e dos agricultores Portugueses na CAP.
Como docente na Escola Superior Agrária de Santarém, marcou gerações de estudantes.
À Família, deixo um abraço solidário e sentido pesar.
Foi para mim uma grande honra ter tido o privilégio de nos termos cruzado, pela primeira vez, há 53 anos, na nossa saudosa Escola de Regentes Agrícolas de Santarém, quando nos leccionou a sua primeira aula.
A partir daí gerou-se uma enorme empatia e amizade entre nós, não só pela sua visão da agricultura, mas também pela forma prática como encarava os problemas e as soluções que nos transmitia. O meu muito obrigado por ter despertado em mim, ainda mais, o bichinho da mecanização.
A minha gratidão também pelas inúmeras viagens que, que organizava meticulosamente e sempre com excelentes companheiros. Foram momentos inesquecíveis que tivemos o privilégio de acompanhar.
Para esta Grande Família deste Grande Homem, que a tantos marcou de forma tão positiva, não posso deixar de expressar as mais sentidas condolências, neste momento de dor, e que Deus vos dê as forças necessárias para continuarem com o mesmo espírito de amizade, solidariedade e amor que sempre cultivaram.
Na certeza que esta sua viagem foi em paz para junto do Pai pedimos que continue a proteger-nos para que nos possamos reunir de novo quando Deus quiser.
Um forte abraço.
João Vítor Mendes
queremos que saibam que o Tio permanece em nós, não apenas no ramo de Oliveira que trouxemos connosco, mas também no legado, que construiu com a tia Celeste e nos deixa, os queridos filhos e netos, que carregam o seu espírito de amor, amizade e solidariedade. Aqueles que temos a sorte de poder partilhar este legado, iremos sentir sempre a sua presença constante.
Que este GRANDE amor continue a iluminar os nossos caminhos.
Beijinho de amizade

Que Deus te dê a ti Celeste e a toda a Família , a coragem para suportar a separação. Eu não o esqueço . Rezo pela sua alma . Que descanse em Paz na Glória de Deus .
Um abraço amigo do Humberto e Florbela
Deixa-nos um exemplo notável de dedicação e serviço ao movimento associativo e à CAP, onde sempre se destacou pelo empenho, visão e espírito de união em defesa dos agricultores e da agricultura portuguesa.
A sua memória ficará para sempre ligada ao fortalecimento do setor e ao contributo inestimável que deu para a valorização do mundo rural.
Recordaremos o Eng. José Luis Barroso como um homem de causas, generosidade e compromisso, cuja marca permanecerá viva em todos aqueles que tiveram o privilégio de o conhecer e acompanhar.
À família e amigos, expressamos os nossos mais sinceros sentimentos de solidariedade e amizade neste momento de dor.
O Presidente da CAP – Alvaro Mendonça e Moura
O Secretário-Geral da CAP – Luís Mira
A Direção da CAP
Os colaboradores da CAP
Como tenho memória fotográfica, consigo recordar a primeira vez que o vi (“ não pode ser pai do Zé, é baixinho! “-voltou-se e não havia dúvidas! A mesma cara!😉).
O primeiro jantar em S José, em que fiquei ao topo da mesa e quando olho em frente olhava parado para mim ( pensei: ai, será que vai gostar de mim?”- sorriu, fiquei descansada)
A velocidade que entra na cozinha, na véspera do nosso casamento, com o “problema” dos saquinhos das sementes das mesas resolvido ( não ficavam direitos! Fácil: uma pedra de calçada dentro e as sementes por cima!)
As conversas sobre a Nazaré, o Cartaxo de outros tempos, a evolução do ensino ( e o transtorno das “ciências ocultas “). O gosto comum pelos doces e pela sopa de feijão vermelho com umas gotinhas de vinagre (!).
E sobretudo a sinceridade que tanto admiro: gosto gosto, não gosto digo!
Obrigada avô Zé, por tudo! Incluindo o marido 😉
Vou guardar para sempre o seu riso querido de “desenho animado”
Que os nossos filhos sejam tão Grandes como este avô que têm! 😘
Ana ( a do Zé 😊)
Estarei cá para o que precisarem. Até breve!!
Um Homem que fez tanta obra, destacando e protegendo sempre a mais bonita que edificou, a sua linda família.
Que falta me vão fazer as chamadas de atenção, as sugestões, a sua boa disposição, a sua amizade.
Desde tenra idade que me habituei a ter na imagem deste grande Homem um ideal de compromisso, trabalho e generosidade. Lembro com saudade a sua constante disponibilidade e paciência para com todos.
Das várias centenas de noites que tenho passadas em campo, com os escuteiros, uma grande parte foi, sem dúvida, no montado do Eng. Barroso, que tinha sempre uma palavra para nos animar e para nos receber.
Hoje, Rio Maior perdeu um dos seus melhores filhos...
Choraremos a sua partida, mas saberemos ultrapassar a tristeza para podermos viver com um sorriso na cara, à sua imagem e, decerto, à sua vontade.
Que a sua viagem seja em paz.
Por cá, não o esqueceremos amigo Eng. Barroso, obrigado por tudo o que sempre me ensinou.
Dia de despedida do nosso querido amigo Zé, homem invulgarmente bom, impulsionador de tantos encontros de amigos, sempre especiais. E ocasião de tanta alegria!
Que Nossa Senhora da Luz esteja com ele!
Junto do Pai, acreditamos que irá continuar a velar por todos nós.
Teresa e Xico
O Eng. Barroso, assim o conhecemos foi um anjo que apareceu nas nossas vidas, no longinquo ano de 1977. Tinhamos chegado de Moçambique, na altura nomeados de retornados. os nossos pais tinham materialmente perdido praticamente tudo e já para lá dos 40 anos de idade tinham de reconstruir as suas vidas por cá. Num momento de grande fragilidade fomos viver para Rio Maior e uma das pessoas que ofereceu oportunidade de trabalho e de reinserção na vida profissional, social, sempre com enorme proximidade e apoio foi o Eng. Barroso. Foi um anjo para nós que nos abriu as portas de casa e da família e foi sempre recordado e reconhecido como tal.
Por isso sabemos, com toda a certeza, que Deus o acolhe na paz e serenidade de quem chega a casa e que passou fazendo o Bem!
Estamos juntos convosco e rezamos ao Eng. José Barroso pela sua família, agradecidamente.
Leninha
Helena Maria Salgado
Para além dos conhecimentos teóricos e muito práticos, recordo as tardes em que nos levava na sua carrinha a ver as suas quintas e partilhava os seus conhecimentos, a sua abordagem frontal e vigorosa às situações.
Este exemplo de cuidado pelo outro e partilha de conhecimentos ficaram e aplico até hoje.
Que o Pai do Céu e Maria o acolham.
As nossas condolências para toda a família.
Amaro Camilo e Maria João Camilo.
Mariana e Liviu Hanganu
Que o descanso seja sereno, como a paz dos campos que tanto amou.
Descanse em paz, querido avô Zé.
Lena e Rui
Sentidos pêsames e muita força para a família.
Até um dia sr engenheiro
Foi um grande privilégio receber todos os conhecimentos, que me transmitiu, não só como
meu professor na ESAS,
como também ao longo da minha vida.
Muitas foram as vezes que me telefonava para me informar das novidades, pois nunca deixou de defender a agricultura e os Agricultores.
E o que mais me impressionava é que não deixava de me perguntar, como estava a minha saúde e da minha esposa Maria João, devido à sua excelente memória, nunca se esquecendo do acidente que tinha tido.
A prova de que jamais esquecia os seus alunos.
É essa humanidade e humildade que sempre ficarão nas nossas memórias (Luís Geada e Maria João)
Com
O seu exemplo de integridade, a sua fé inabalável e o amor que sempre dedicou à família e aos amigos são um testemunho de uma vida plena e extraordinária. Hoje choramos a sua partida, mas também celebramos tudo aquilo que ele foi: um gigante de caráter e coração, que continuará a viver na memória e no coração de todos aqueles que tiveram o privilégio de o conhecer.
Que a serenidade que ele sempre transmitiu vos traga conforto neste momento de dor, e que o seu espírito, agora em paz, vos acompanhe sempre, olhando por todos do alto, junto dos que o precederam.
Enviamos um abraço sentido e caloroso, com votos de muita força para toda a família.
Com profundo carinho ...
Inês Vasco Manuel Pedro e Leonor
Amigo Zé
Neste momento de profunda tristeza tudo o que poderia ser dito da tua pessoa ficaria aquém do que foi a tua vida de homem de fé, digno, recto, leal, e amigo do seu amigo.
Limito-me assim a agradecer o privilégio da nossa convivência de quase 63 anos, a que mais tarde se juntou a Fátima, na convicção de que, querido amigo, ficarás para sempre connosco.
Ensinava com exemplo de vida.
Entendia como poucos a dicotomia, Rurais/Urbanos.
Pilar da ESAS formou gerações em mecanização.
O mundo das máquinas agrícolas perdeu um dos seus grandes.
Eternamente grato

🙏🙏🙏
Seguramente o céu está mais rico.
O nosso carinho a toda a família que como ele nos acompanha há uma vida.
Elsa e António
Por tudo que fez por mim e por tantos outros, só posso agradecer a benção que foi a sua vida.
Que Deus o acolha no seu reino e tenho a certeza que, juntos, farão do céu algo completamente diferente 🙏.
Deixo uma foto da minha entrega de diplomas em França com um dos seus pupilos, o Eng. Carlos Montemor.
Um abraço sentido para toda a família e um abraço especial para o Zé Maria (neto), jovem da nossa Equipa EJNS Cartaxo.


Pela sua amizade;
Pela sua alegria;
Pela sua espontaneidade;
Pelos seus ensinamentos;
Pelos seus ensinamentos.
Do fundo do coração Bem Haja.
Obrigada por estes 10 anos, que são pouco ou nada perto do que serão os próximos infinitos. Porque o bom das pessoas boas, é que elas vivem para sempre, não só pelo que são, mas pelo que ensinaram a todos, ao longo da sua vida.
Um beijinho muito grande para todos e um maior até ao céu.
(Ps: obrigada por ter feito com que eu tenha um marido que nunca chega atrasado. Por outro lado, acho mal que não tenha conseguido fazê-lo do Sporting. Prometo que vou continuar a tentar, deste lado!).

Passei à tarde na abegoaria e vi o seu Jonh Deer e a oficina, onde passou horas a explicar-me engenhos e as suas técnicas! Lembro-me bem das tardes que passámos no trator, e dizia me que pedal pressionar ou que manete mexer, para além disso dizia me sempre onde ir, ou íamos ao olival, ou à lenha, ou onde fosse, apontava-me o caminho. Sei que agora não é diferente. Com toda a Alegria, Fé, Amor e sabedoria de vida que transmitiu (que serão passados aos que aí vierem!) e com o seu olhar daí de cima, vou ter o caminho sempre iluminado.
Preferia sempre um Branco, mas hoje bebemos um Tinto em sua honra. Qualquer dia temos de combinar e vamos todos beber um copo!
Até aí, meu querido avô
Conheci nele uma força rara, escondida na simplicidade dos gestos e na dignidade com que enfrentava cada dia de recuperação.
Um homem de coragem serena, de humanidade profunda e de uma determinação inabalável.
Tive a honra de o ajudar a reencontrar o caminho de volta aos seus passos, mas foi ele quem me ensinou algo muito maior: a nunca desistir, a acreditar que a esperança se renova em cada esforço.
A sua memória não é apenas lembrança, é um exemplo vivo de resiliência e de grandeza de espírito, que ficará para sempre gravado no meu coração.
Que a sua luz acompanhe e console todos os que o amaram.

Hoje, um dia de lágrimas. O dia em que o nosso querido Avô Zé partiu, mas também, um dia de dar graças. Dar graças porque partir significa nascer no céu. Céu onde o Avô foi recebido por Deus Nosso Senhor e de onde olhará sempre por nós.
Hoje damos graças! Damos graças a Deus Nosso Senhor pelo dom da sua vida, esta que faz de nós o que somos hoje. E porque hoje damos graças, agradecemos por todos os ensinamentos que nos passou; por todos os valores que definem quem somos; por todo o amor e carinho que sempre nos deu; por estar sempre presente e por todas as memórias que consigo, vivemos e recordamos. Agradecer por esta Fé, pela Fé que nos passou e que é um pilar essencial na vida de cada um. Agradecer pela Família, uma Família que cada vez mais se mostra unida nos momentos difíceis, tal como o avô queria e fez para que assim fosse. Agradecer por ter sido um Ótimo Avô que continuará a ser daí de cima!
Por fim gostaria de relembra o seu sempre presente sentido de humor e bonito sorriso. O Avô dizia sempre uma frase antes de deitar quando um dos netos estava em Rio Maior : “ O último a acordar, acorda os outros”, nunca entendi esta frase até à minha adolescência, mas com esta nota digo que o Avô pode ter sido o primeiro a acordar nos Céus, mas nós haveremos de acordar também e iremos ter consigo.
Até Já meu querido Avô!

Em breves palavras o que mais gostava de deixar escrito seria o de agradecer por me ter mostrado o carinho e dedicação que se pode ter pelo campo. Aprendi consigo, e com o meu pai, a gostar todos os dias de saborear o frio matinal do campo, mas com uma sorte enorme de o poder partilhar consigo e com o pai, os três Zé’s Barroso.
As história que me contava, os princípios que impingia e a maneira de ser e estar na vida são algo que levarei para sempre comigo. Nem sempre o caminho que temos em frente é o mais fácil, mas o que importa é que seja o mais correto.
Tenho pena de não poder contar consigo fisicamente para visitarmos mais feiras os três, mas tenho a certeza que mesmo aí de cima continuará a acompanhar-me na minha trajetória como pessoa e como agrónomo.
Levo também a importância que sempre deu à família e amigos, em especial em receber todos em casa como se fossem família. Nos seus 50 anos de casados contou-me que o mais importante a seguir à família são os amigos e que, sem eles, não era nada. Levo comigo as suas palavras tentando relembrá-las todos os dias.
Por último, gostava de lembrar a fé inabalável que tem. Lembro-me da primeira noite, depois do primeiro AVC, quando o deitei na cama com o pai e logo depois de nos agradecer se pôs a rezar a Maria.
Gostava apenas de acabar com uma frase que sempre usou: “Só merecerão o futuro os que no presente preservarem o passado”.
Como lhe dizia sempre: gosto muito de si!
PS: Já tenho saudades de ouvir o seu riso!
Até já, meu querido Speedy!

Família Nogueira Freire
Lembro com carinho os dias passados em casa da Avó Ilda. Recordo também os domingos na Quinta da Vila Chã.
Deixa saudade!
Até já, Primo Querido.
Guidinha
Fiquem bem. Um grande beijinho de todos nós.
Gonçalo e Rita
“A morte não é nada.
Apenas passei ao outro mundo.
Eu sou eu. Tu és tu.
O que fomos um para o outro ainda o somos.
Dá-me o nome que sempre me deste.
Fala-me como sempre me falaste.
Não mudes o tom a um triste ou solene.
Continua rindo com aquilo que nos fazia rir juntos.
Reza, sorri, pensa em mim, reza comigo.
Que o meu nome se pronuncie em casa
como sempre se pronunciou.
Sem nenhuma ênfase, sem rosto de sombra.
A vida continua significando o que significou:
continua sendo o que era.
O cordão de união não se quebrou.
Porque eu estaria fora de teus pensamentos,
apenas porque estou fora de tua vista?
Não estou longe,
Somente estou do outro lado do caminho.
Já verás, tudo está bem.
Redescobrirás o meu coração,
e nele redescobrirás a ternura mais pura.
Seca tuas lágrimas e se me amas,
não chores mais.
Santo Agostinho (Século IV)”
A tristeza da partida é imensa mas a alegria e o privilégio que foi estar consigo, supera esta dor.
Obrigado por todos os ensinamentos, por todas as histórias e por todo o carinho. Até um dia Amigo Tio Zé!
um deles, que recriaremos tão frequentemente quanto possível , “ Há disponibilidade para um cafézinho hoje?”.
Lá estaremos, Zé, na Casa das Peles a celebrar a amizade e as belas memórias que nos deixaste.

Agradeço a Deus ter colocado o Eng Barroso nas nossas vidas. Professor, amigo,atento a tudo o que se passava connosco.
Obrigada por tudo e creio que hoje haverá festa no Céu.
Um abraço
Filomena Teixeira
palavras para exprimir todo o Amor e Amizade que me
receberam! Saudade é o melhor sentimento que posso ter neste momento, porque só temos saudades do que nos acresecentou e preencheu!! À Tia Celeste, beijo gigante, que força da natureza!! Ana, Inês e Zé, obrigado pelo acolhimento e continuamos a nossa jornada!! Luís, mano do coração, Beijo gigante nesse coração igualmente gigante e que se multiplica!! Estarei cá sempre!! Beijo enorme a todos!!
Ao colega e amigo Zé Luís, um até breve.
Lázaro
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