

Que a sua memória seja uma bênção.
Obituário
חי
𝐒𝐞𝐩𝐮𝐥𝐭𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨
3 de setembro de 2026 (quinta-feira), às 11h
𝐂𝐞𝐦𝐢𝐭é𝐫𝐢𝐨 𝐈𝐬𝐫𝐚𝐞𝐥𝐢𝐭𝐚 — Rua Izabel Bueno, 1382, Jaraguá
Belo Horizonte — MG
𝐄𝐦𝐚𝐧𝐮𝐞𝐥 𝐒𝐢𝐥𝐛𝐢𝐠𝐞𝐫, também conhecido como Mané, nasceu em Belo Horizonte, Minas Gerais, em 3 de dezembro de 1938, e faleceu em sua cidade natal, aos 87 anos.
Cirurgião-dentista e professor de Odontologia da Universidade Federal de Minas Gerais, Emanuel construiu uma trajetória profissional marcada pelo conhecimento, pela dedicação e pelo respeito que conquistou entre seus colegas e alunos.
Foi na universidade que conheceu Maria Emir Silbiger, também dentista, que viria a ser sua esposa e sua grande companheira de vida.
Emanuel e Maria Emir compartilharam uma história de amor e companheirismo profundamente significativa.
Foram inseparáveis ao longo de suas vidas, construindo juntos uma família que, para Emanuel, representava uma de suas maiores realizações e fontes de orgulho.
Homem de inteligência muito aguçada e espírito curioso, Emanuel esteve de muitas maneiras à frente de seu tempo.
Tinha uma paixão especial pelo rádio amador, uma atividade que acompanhou grande parte de sua vida.
Gostava de montar seus próprios equipamentos e de explorar as possibilidades da tecnologia. Mais tarde, manteve esse mesmo entusiasmo pelos computadores, gadgets e pelas novidades tecnológicas. Foi também ele quem deu a seu filho Moses seu primeiro videogame e computador ainda no inicio dos anos 80, antecipando desde cedo a curiosidade e o fascínio pela tecnologia que sempre fizeram parte de sua própria vida.
Era uma pessoa sábia, humilde, forte e resiliente. Mais introspectivo e reservado, não buscava os grandes círculos sociais, mas, quando estava entre pessoas próximas, revelava seu senso de humor, seu gosto por contar piadas e uma personalidade afetuosa.
Tinha um coração muito grande e era especialmente carinhoso, atencioso e generoso com seus filhos e netos.
Sua fé judaica ocupava um lugar central em sua vida. Emanuel tinha uma fé profunda em D-us e uma ligação forte com a tradição judaica. Rezava diariamente e guardava o Shabat todas as semanas, às sextas e aos sábados, assim como as festas e celebrações religiosas judaicas. Essa fé foi uma parte essencial de quem ele era e dos valores que procurou transmitir à sua família.
Emanuel deixa sua esposa, Maria Emir Silbiger; seus filhos, Moses Silbiger, Ester Silbiger Zagury e Déborah Silbiger Arantes; e seus netos, Carolina Silbiger Zagury, Sofia Silbiger Zagury, Nina Silbiger Zagury, Lívia Silbiger Arantes e Theo Silbiger Arantes. Também deixa a lembrança de seus pais, Aron José Silbiger e Cecília Blay, e de sua irmã, Raquel Silbiger, que o precedeu.
Ao longo de 87 anos, Emanuel deixou muitas marcas: como profissional, professor, marido, pai, avô e homem de fé.
Mas talvez seu maior legado tenha sido a família bonita, amorosa e unida que construiu.
Será lembrado por sua sabedoria, humildade, inteligência, força e resiliência; por seu respeito e adoração a D-us; por seu enorme coração; pelo amor profundo por Maria Emir, filhos, e netos; e pelo carinho que dedicou àqueles que mais amava.
Sua presença era forte e marcante, e fará falta. Deixará um vazio que só as boas lembranças poderão, aos poucos, preencher.
Nos deixou um legado de amor, exemplo de retidão, responsabilidade, e ensinamentos que carregaremos para sempre.
Sua história permanece viva em todos aqueles que tiveram o privilégio de conhecê-lo e, sobretudo, na família que ele amou e ajudou a construir.
"Que sua memória seja uma bênção".
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